Clique em Choose services… se você quiser só do Picasa.
Pois é, o Google lançou um dos serviços mais úteis! O Takeout. Você coloca muita coisa na web, mas tem pouco controle sobre métodos para resgatar tudo de volta sobre você. Seja como for, o conteúdo é seu, então você tem o direito de pegá-lo de volta – em alguns casos, os direitos de exibição são praticamente irrecuperáveis, como fotos postadas em locais públicos… Mas nada impede que você simplesmente obtenha uma cópia das coisas que tenha ‘upado’.
Com as fotos do Picasa o Takeout já funciona bem. Todos os seus álbuns serão baixados.
Aos poucos outros serviços do Google serão suportados pelo Takeout também. Seria interessante poder baixar todos os textos postados em comus no Orkut, além das fotos… Quem sabe, em breve.
Leia mais sobre o Takeout e outras coisas do Google no meu texto no Hardware.com.br. Ele serve para exportar boa parte dos seus dados (não todos, ainda).
Depois do fracasso do Wave e Buzz, e do pouco uso do Orkut no mundo (onde só se destacam Brasil e Índia), o Google está apostando numa nova rede social: Google+.
Antes de apresentar os recursos, saiba que ela está em beta fechado: só por meio de convite. Junto com a rede há algumas mudanças no buscador também, como a nova cor da barra superior.
A nova rede social tenta aproveitar toda a base de usuários do Google, sendo um misto de todos os seus serviços com uma parte social diferente. O +1 também fará parte do sistema com suas recomendações.
O projeto Google+ se baseia em classificar os amigos em círculos, exatamente como na vida real. Mais fácil de separar do que usando grupos ou as configurações de privacidade do Orkut ou Facebook. O que você fala com seus amigos não é a mesma coisa que fala com a família, que por sua vez, são coisas que seu chefe nunca ficaria sabendo offline. O Google+ tenta levar isso para a web. Rumores anteriores já falavam do "Circles". Embora esse não seja o nome oficial da rede, será uma de suas bases.
Entre outras atividades temos o Sparks, Hangouts e Huddle.
No Sparks o usuário receberá recomendações de conteúdo da web (algo que o Google entende, ou ao menos acha que entende). Será fácil expandir a conversa com amigos por meio dos temas apresentados, com material adicional apresentado, vindo da web. Resta ver como será na prática, mas o vídeo abaixo dá algumas noções:
Aparentemente ele lida com interesses, com coisas que as pessoas gostam, suprindo em parte a necessidade das comunidades do Orkut.
O Hangouts trata de conversas por vídeo com várias pessoas:
O Huddle serve para conversar em grupo, tendo algumas características de agendas ou gerenciamento de projetos. Útil pra grupos que normalmente fazem alguma coisa juntos.
Mobile: Integração com o Android é o que não faltará. Recursos de localização e upload de fotos ficam bem práticos. Talvez em resposta ao iCloud, que carregará as fotos para a nuvem automaticamente, o Instant Upload no Google+ fará quase isso, só que com um toque mais social:
Sucesso ou fracasso? Só o tempo dirá. O Wave e o Buzz causaram um grande "buzz", e hoje estão aí, um largado e do outro quase não se fala. Depois das expectativas e decepcões com o Wave e Buzz, é difícil acreditar em algo que possa revolucionar o lance do Google sobre uma rede social. Nem do Orkut o grupo cuida direito, demorando para corrigir problemas crônicos…
Falando em Orkut, um comunicado sobre ele foi postado no site:
Usuários do Orkut, o Google continuará a trabalhar em aprimoramentos e recursos tanto para o Orkut quanto para o projeto Google+, pois ambos são muito importantes para os usuários. Acreditamos que a web se tornará cada vez mais social. Como o Orkut é a rede social número um do Brasil e tem sido muito bem sucedido, nosso objetivo é estender os novos recursos do Google+ para os usuários do Orkut conforme eles se tornam disponíveis.
Como será que vai ser na prática? Quem já tem Orkut não precisará do Google+, tendo os recursos incorporados ao mesmo? Não fará lógica duas redes sociais com listas de amigos diferentes, mas alguns em comum… Novamente, só o tempo dirá como isso vai ficar.
Para quem tem jogos no Steam e gostaria de tirar fotos de tela basta teclar F12 durante o jogo (screenshots, em inglês, ou capturas de ecrã, em português de Portugal). Isso funciona nas versões recentes do Steam, tanto no Windows como no Mac.
As fotos ficam salvas numa pasta no seu computador, sendo fácil compartilhá-las com outras pessoas depois. Você também pode compartilhar algumas no Steam Cloud, onde seus amigos terão acesso direto pelo Steam. As imagens normalmente aparecem ao fechar o jogo, mas bastas retornar à lista indo no menu Ver > Capturas de ecrã. Para ver no gerenciador de arquivos do seu sistema, clique em Mostrar no disco.
O atalho de teclado F12 pode ser trocado nas opções, útil se outro programa estiver usando a mesma tecla.
É bem mais prático já que não precisa instalar nada! O programa mais conhecido do gênero não é totalmente gratuito, o Fraps. Só que o recurso do Steam só permite capturar imagens, não vídeos. Por outro lado, o Fraps funciona no Windows com todos os outros jogos.
Faz tempo que não posto dicas de sites no Explorando… Achei um site legal, vale a pena compartilhar para futuros devs :)
Como criar aplicativos para Android?
Se você quer desenvolver apps para Android, nada melhor do que começar com um cursinho ou tutorial né? Achei um site bem interessante sobre o assunto, com um tutorial na forma de “curso” online, gratuito e em português. É no blog The Code Bakers:
Atualmente (22/06/11) há seis lições disponíveis. Os arquivos dos projetos podem ser pegos no Google Code, para facilitar o aprendizado.
Uma pequena observação: é necessário ter conhecimentos de Java SE e, de preferência, já ter trabalhado com algum framework MVC, como o Swing. Sem esse conhecimento você poderá se perder nos códigos.
O Android bate de frente com o iPhone, tem tudo para ser líder global a médio e longo prazo nos smartphones. Criar apps para essa plataforma pode ser uma boa fonte de diversão e até mesmo para ganhar dinheiro :)
Se bem que, pelas estatísticas e comentários que vejo em todo lugar, o público do iOS (da Apple em geral) é mais disposto a pagar por software. Boa parte das apps para Android são gratuitas, e pelo menos no Brasil vejo muita gente fazer cara feia pras pagas. Pode ser que seja só uma impressão mesmo, mas se o objetivo for financeiro a curto prazo, desenvolver para iPhone em inglês parece ser mais atrativo.