Facebook chega aos 500 milhões de usuários

Orkut? O que é isso? No mundo a popularidade do orkut é irrisória, a rede social mantida pelo Google só faz sucesso mesmo no Brasil e na índia. Enquanto isso… O Facebook cresce no mundo.

facebook

O site comemora a marca de 500 milhões de usuários. Atingiram 50 milhões em fevereiro de 2007, 100 milhões em agosto de 2008, e daí evoluíram aos 50 mi agora em julho de 2010.

Veja o anúncio em:

http://blog.facebook.com/blog.php?post=409753352130

Lançaram também a app Facebook Stories, onde os usuários podem contar suas histórias e compartilhá-las com os outros membros.

Seria interessante se o Google unisse Orkut + Buzz + Picasa + Grupos + Profile + YouTube num serviço só, com uma interface simplificada e integrada. Potencial para isso ele tem, mas enquanto os serviços ficarem fragmentados cada um vai fazer o seu sucesso, enquanto que outros – como o Orkut – não decolam mundialmente. #ficaadica

Via BBC e Mashable

Perguntas, respostas e sugestões sobre o Mondego Player

por Marcos Elias

Estou respondendo aqui a alguns comentários enviados sobre o Mondego Player… Os nomes das pessoas não serão divulgados, afinal isso foi prometido. Envie também a sua opinião!

O Mondego Player é um excelente player de áudio para Windows, porém com suas características e interface próprias – ele não tenta, em nenhum momento, imitar outros players. Se a pessoa quer uma janela grandona e ficar clicando nas músicas cada vez que for ouvir, continue com o Windows Media Player. Se quer inserir um CD e ver a lista de músicas ser apagada, ou se quer ver a lista ser apagada quando um programa externo abrir uma música no player padrão e o player for o Winamp e você gostar disso, continue com o Winamp. Enfim… Vamos às perguntas e respostas sobre o Mondego.

Ao clicar no play com uma música pausada, ela começa de novo, em vez de continuar de onde parou
Isso é verdade, o bug existe. Todavia, se clicar no botão pausar mais uma vez, ela continua de onde parou. Também funciona teclando a barra de espaço (com a janela principal do player ativa).

O som parece fraco e força demais os agudos
Não é verdade, creio que foi devido fatores externos. O som fica “puro”, se o equalizador estiver “zerado” não há problema. Experimente o player em outro computador ou com outra placa de som. Ele usa a configuração padrão da biblioteca Bass, puxando os codecs do Windows (ou do sistema em que estiver rodando, afinal penso em fazer uma versão pra Linux também). Muita gente elogiou o som, inclusive o pessoal do Baixaki, site que dispensa comentários. E também vários sites gringos (na página do Mondego há botões de downloads em sites gringos, onde ele recebeu 5 estrelas – de um máximo 5), mesmo considerando que a interface não está totalmente traduzida e há alguns erros de inglês.

Tem poucas rádios e não permite escolher novas rádios
Verdade e mentira, mais mentira. O Mondego não foi feito para ser um repositório de rádios. Ele apenas toca. Quem decide colocar as webrádios nele é você, usuário. Baixe os arquivos da playlist da rádio desejada e inclua nele. Ele abre PLS, então prefira as que tiverem versão pro Winamp.
Falta um pouco de trabalho na interface das rádios sim, como exibir um nome amigável em vez da URL (ou do IP). Mas o essencial funciona. Não adianta eu incluir 10 mil rádios que ainda vai ter gente que acha que está faltando a sua favorita. As rádios inclusas são basicamente para testar o programa. Muita gente nunca ouviu rádio em PC via internet. Tendo algumas inclusas é um começo. A partir daí, adicione as suas, pesquise, etc.
Penso em adicionar um “repositório de rádios” online, mas isso seria um “site” (pode até ter navegação dentro do programa), não é algo “essencial”. O player toca o que você adiciona. Será que se eu apenas linkar algum site de webrádios (como o Shoutcast) as pessoas parariam de me perguntar isso? rs

O skin é feio
Bom… Originalmente ele nem teria skins, então contente-se :P Brincadeira. Eu não sou um bom designer. Se alguém quiser criar um skin, fique à vontade. Se o skin for legal posso incluir no programa, e quem sabe até elaborar uma votação para decidir qual seria o padrão. A criação dos skins usa o SuiSkin, há um editor e é fácil abrir um skin atual. Eles são baseados em bitmaps. Mas seria muita coisa para explicar por agora.
Futuramente talvez o sistema de skin seja trocado (penso no Alphaskins, que tem suporte a PNG e transparências, efeitos suavizados, etc) e os skins atuais não funcionariam mais.
Todavia uma coisa digo desde já: não pretendo mudar a interface do programa radicalmente. Ele provavelmente vai continuar com as abas (divisão da playlist de músicas, rádio, favoritos, cd, etc), não vai imitar o Winamp nem o Windows Media Player, não vai imitar um sistema de som físico (acho uma tosqueira danada abrir um player e ele ter cara de microsystem, seria a mesma coisa que um Word ou melhor, Writer, ter cara de máquina de escrever). Se você quer um skin “bonitinho”, por agora, use outra coisa.
Definir um skin padrão é muito difícil, porque nem sempre ele agradará a todos. O atual skin padrão do Mondego foi pensado em ser “simples”, sem mudar muita coisa. Mas algum melhor poderá surgir no futuro. Ou não. (rsrs)

Ele será open source?
Talvez. Por agora, a versão para Windows, não. Por quê? Simples. Ele usa a biblioteca Bass, que é fechada. Se o Bass fosse open source, em retribuição ele seria open source. Mas o Bass é fechado. Quem sabe quando eu fizer a versão para Linux (provavelmente em Lazarus) ele será aberto. Existe o Bass para Linux, porém fechado também (gratuito para uso não comercial). Eu estudei sobre ele por um tempo, até fiz um player de demonstração de conceito com o Lazarus, mas não estou com tempo para portar o programa todo agora. Como usuário eventual de Linux uso o Mondego via Wine, porque não gosto de 99% dos players que existem para Linux :P Mas isso é questão de gosto mesmo. (se porventura você testar essa compilação para Linux, ao abrir aparece um erro mas apenas clique em OK; ele foi feito rapidinho só para ver se daria pra levar o Lazarus + Bass mesmo; e clique na tela dele com o direito para aparecer o menu!).

Ele será pago?
Não. Não posso me comprometer com isso no futuro, mas não pretendo fazer dele um software comercial. Sendo gratuito ele também pode ser uma porta de entrada para divulgação de outros produtos e sites meus.

Ele terá propagandas?
Talvez, mas jamais propagandas intrusivas. Jamais pop ups, janelas de propaganda que se abrem por cima dele, etc. Isso nunca, pelo menos no que depender de mim. Estou pensando numa forma de divulgar meus sites sem prejudicar o uso, sem ficar usando recursos online, etc. E de preferência, de forma que possa ser desativado. Talvez links na barra de status enquanto o texto dela estiver como o “default” (aka sem tocar música)?

Faltam presets do equalizador
Eu sei. É difícil estudar isso, estou tentando ver os valores de outros programas e adaptar, mas pode não ficar tão legal. Nas versões recentes é possível salvar a posição dos controles num arquivo, então você pode configurar como gostar e salvar seus “perfis”, depois carregar a partir do arquivo que salvou.

Exibição das músicas por pastas tipo o Explorer
Não pensei bem nisso ainda, mas pode ser. Uma tela ou seção para navegação por pastas do sistema, localizando as músicas dela. Vou ver alguma coisa a respeito.

Suporte a plug-ins?
Não penso nisso por enquanto. Quem sabe, “quem sabe”. Ele pode suportar plugins do Bass. É relativamente fácil suportar plugins do WInamp no Bass porque já tem muita coisa codificada para ele, mas pessoalmente a idéia não me parece tão boa. Quem sabe, quando o player estiver mais maduro… E eu tenha tempo de sobra. Eu fiz uma compilação que usava plugins DSP do Winamp (de efeitos), entre uns probleminhas aqui e ali funcionava, mas não dava pra distribuir porque várias coisas precisavam ser adaptadas e configuradas manualmente pelo usuário. Talvez um dia eu volte com isso. Deixo claro desde já que isso não é minha prioridade, não me atrai muito.

Quando sai a versão 1.0?
Não sei. Não me preocupo com isso. O que importa é o hoje, o agora. O Mondego funciona no estado em que se encontra. Amanhã provavelmente ele estará melhor do que é hoje, e bem melhor do que era ontem. Isso é o que importa. Adotei o esquema de rolling release, como falei no post sobre a última versão (292a).

O futuro do Mondego

Alguns pontos pessoais que deverão ser integrados ao Mondego uma hora ou outra:

  • Colunas na playlist com dados da música, como artista, álbum, duração, etc. Possibilidade de ordenar por esses dados. A playlist atual é uma lista simples, que para um “devpreview” feito por uma pessoa só até que não é ruim :P
  • Possibilidade de escolha da placa de som. Atualmente ele usa o dispositivo padrão (pra falar a verdade eu ainda não testei com duas placas de som… a minha onboard deve ser melhor que a offboard de uns 5 anos que tenho aqui, então nem instalei ela).
  • Possibilidade de playlists “temporárias”, sem perder a principal. Exemplo: você quer tocar todas as músicas de uma pasta, mas não quer limpar a playlist. Então você clica na aba da pasta desejada. Seria algo como playlists em “abas”, assim como se navega em abas nos browsers (salve NetCaptor, Opera, Netscape… os verdadeiros revolucionários!)

Eu fico feliz em ver que o Mondego já tem vários fãs. Não sei quantos usuários ativos simplesmente porque não monitoro. Não gosto de programas que monitoram, não monitoraria isso no meu (atualizações automáticas terá mas opcional, é claro, e o começo já foi feito… escolha Checar por nova versão no menu; mas monitorar todos os usuários, nem pensar). Mensagens de agradecimento aparecem a todo instante.

Como o Baixaki disse, o Mondego Player é um tocador de músicas desenvolvido em território nacional que merece respeito. Por mais incrível que isso possa soar, o Mondego pode, muito bem, bater de frente com players famosos e de renome. Eles que analisam milhares de programas não falariam isso sem saber. Muitos players pequenos existem, vários não levaram poucos meses de vida ou foram apenas projetos de estudo do desenvolvedor que ficaram largados. O Mondego, não. Ele veio para ficar. E mesmo se eu parar de trabalhar nele, ele já é melhor do que muito player 1.0, 2.0, 3.0 que existe por aí. Só para deixar claro, se eu parar de trabalhar nele provavelmente abrirei o código, mas creio que o código será aberto assim que for lançada a versão para Linux.

Gosto de destacar o review do Baixaki (não só por ser o maior site de downloads no Brasil) porque foram eles que escreveram. O do SuperDownloads fui eu (com limitação de caracteres e tal). Dos comentários que vejo na internet, para cada pessoa que critica negativamente umas 999 elogiam. É d+, e esperada alguma crítica, afinal o programa nem está “pronto”.

http://software.viamep.com/mondego/

Enfim, é isso por enquanto. Se ainda não conhece o Mondego, experimente! Fico orgulhoso até porque ele é meu primeiro programa de uso geral. Os outros (Mep Texto, principalmente) eram pequenos e/ou específicos, e não chegam aos pés do Mondego. Quem toca a música é a DLL do Bass, mas a DLL sem a interface não seria nada. Talvez, “talvez”, eu faça uma versão baseada no MPlayer no futuro, basicamente por ser open source e mais “livre”. Por enquanto dá para levar com o Bass. A licença do MP3 não preciso afinal ele usa o codec embutido no Windows, que já é licenciado para o usuário.

Duplo clique para abrir pastas e arquivos no KDE 4

por Marcos Elias

Se você vem do Windows (ou de algum outro sistema, até mesmo do Gnome…) e odeia a forma como o KDE4 abre os arquivos com um único clique… Então não está sozinho. Sempre usei Windows (digo, fui iniciado em informática com Windows) e não vejo porque abrir um arquivo com um clique único, já que prefiro dar um clique para selecioná-lo (e no KDE4 o clique único gera muitos acidentes :P). Enfim, seja qual for o motivo… Para trocar isso é fácil.

Vá nas opções do Dolphin (Configurações > Configurar Dolphin, algo assim, em inglês está Settings > Configure Dolphin). Na seção Navegação (Navigation) marque o item relativo ao duplo clique para abrir arquivos e pastas (Double-click to open files and folders).

O Dolphin, se você não souber, é o gerenciador de pastas e arquivos do KDE 4. Basta abrir alguma pasta que você estará nele (Home, Downloads, Imagens, etc), desde que o sistema que use esteja com a configuração padrão.

Crie um feed personalizado para qualquer site usando WordPress

por Marcos Elias

Criar feed RSS não é tão difícil, o ruim é mantê-lo atualizado. A maioria dos CMS têm geradores de feeds embutidos, o WordPress é um deles. Ele cria feeds para posts, categorias, tags, autores, comentários…

Mas e se você quiser algo diferente, um feed onde você possa incluir novos artigos/textos, e/ou optar por não mandar para o feed alguns artigos?

Uma saída que encontrei foi usar o WordPress para ter o feed do site, uso aqui no Explorando. Durante uns desentendimentos com o mysql, postei vários artigos manualmente, que não foram pro WordPress – aí me veio a necessidade de um feed “personalizado”.

A dica é usar uma instalação personalizada do WordPress só para criar o feed. Você posta num novo wordpress o mesmo texto que postou no blog, e divulga o feed dele, em vez de divulgar o do blog. Exige um trabalhinho manual a mais, mas funciona e dá para ser melhorado.

Você deve estar pensando… Mas se a pessoa clicar no link do feed, vai pro post no wordpress separado só para o feed, não é? Em teoria sim. Mas…

O WordPress tem campos personalizados nos posts. Excelente! Ao postar um novo item no feed, criamos um campo personalizado (por exemplo, chamado “redir”) e colocamos nele a URL do post no blog real. Agora basta modificar o arquivo single.php do tema para ler esse campo e redirecionar a página para ela!

Bom, vamos com um exemplo mais didático…

Usando o WordPress para criar um feed RSS personalizado

Faça uma nova instalação do WordPress. Pode estar em qualquer lugar, serve uma subpasta do seu servidor. Evitei usar o nome “feed” pois é usado na estrutura de links permanentes do WP, você poderia chamá-la “feed-site”, como fiz com “feed-exp” no caso do Explorando.

Cada post que você criar no seu blog, ou para cada item que deseja usar no feed, crie uma nova entrada nesse novo WordPress (CTRL+C/CTRL+V no título e texto… :D). Antes de clicar em Publicar, edite o campo personalizado adicionando a URL do post real (aqui usei o nome “redir”):

Do lado esquerdo: o nome do campo personalizado (redir). Do lado direito, o valor: a URL do post real.

Preparando o tema

Eu havia editado o tema default do WordPress, mas depois fiz um mais limpo. Afinal ele não vai mostrar NADA pro usuário, só vai ler o post e redirecionar para a URL do campo personalizado “redir”. Meu tema para o RSS tem apenas 3 arquivos: um index.php (que redireciona para a home do meu site), o single.php que comentei acima, e o style.css – não com estilos visuais, apenas com o nome do tema, campos padrões do WordPress.

Clique aqui para baixar o tema pronto (você só precisará trocar o endereço pelo endereço do seu site nos arquivos index.php e single.php).

Meu single.php ficou assim:

<?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>

<?
Header( "HTTP/1.1 301 Moved Permanently" );

$mepredir = get_post_meta($post->ID, 'redir', true);
if ($mepredir == '') {
  Header( "Location: http://www.explorando.viamep.com");
} else {
  Header( "Location: " . $mepredir);
}
?>

<?php endwhile; else: ?>

<?php endif; ?>

No index.php deixei apenas isso:

<?
Header( "HTTP/1.1 301 Moved Permanently" );
Header( "Location: http://www.explorando.viamep.com/" );
?>

A página index.php do tema é usada para criar a página de entrada, categorias, listagens, tags, etc. A single.php cria a página dos posts individuais. Um tema pro WP pode ser usado só com esses dois arquivos, sem nada de header, footer, etc – você poderia incluir as funções nesses arquivos, ou mesmo criar um único. A modularização dos temas em vários arquivos facilita basicamente a edição (e dá mais trabalho pro PHP ficar juntando as partes, mas como os computadores são burros os servidores nem ligam :P).

Conclusão

Quase lá. Agora você precisa redirecionar o feed do blog real para o novo feed, o que pode ser feito pelo htaccess com essa linha:

# FEED ANTIGO
redirect 301 /feed http://www.enderecodofeedantigo.com.etc

Ou diretamente para o FeedBurner, se usar ele:

# FEED ANTIGO
redirect 301 /feed http://feeds.feedburner.com/seusite

Por fim, edite sua conta no FeedBurner para usar para seu novo feed.

Agora tudo o que quiser incluir no feed, você pode cadastrar no novo WordPress, incluindo eventualmente publicidade, mensagens que os visitantes poderão ler (quem recebe os feeds por email…), links para outros posts do blog, etc. Da mesma forma, se quiser postar um artigo no blog que não deverá ir para o RSS, basta postá-lo no blog principal e não replicá-lo no blog do feed. Se não quiser fornecer conteúdo completo, é só postar um resumo na hora de criar a entrada do feed, e por aí vai. O bom é que você nem precisa ter um blog WordPress, você tem um sistema gerador de feed para qualquer tipo de site, inclusive sites feitos manualmente!

Ah, mais uma, você pode instalar o plugin Feed Footer no WordPress do feed… :)

Você vai ter um trabalho extra de criar um novo post para cada item do feed, mas dados os benefícios, vale a pena. Não é aplicável para todo site, mas pode ajudar. Fica a dica.

Por fim… Você pode ir mais além e criar um formulário para que você poste o conteúdo sem precisar entrar no wp-admin do novo WordPress. E mais, pode usar o sistema de login do WP nele, impedindo que curiosos postem coisas no seu feed. Vou falar mais disso num próximo post. Se quiser fazer desde já, veja como manipular o WordPress fora dos arquivos dele.

Google Chrome fica cada vez mais lento para abrir?

O Google Chrome fica lento ao abrir? Antes não ficava? Se ele ficar um tempão carregando as miniaturas dos sites, ou seja, nessa tela:

Então limpe o histórico, cookies, cache, etc. Deve ser isso, pelo menos foi isso em quase todos os PCs que vi :)

O Chrome é um ótimo navegador mas com o passar dos meses pode ficar cada vez mais lento para abrir.

Para limpar os arquivos temporários dele (que quase viram permanentes nesse caso :P) tecle CTRL + SHIFT + DEL, ou vá em Ferramentas > Opções > Configurações avançadas > Privacidade > Limpar dados de navegação. Ufa! Antes tinha essa opção direta no menu, não sei porque tiraram… vai entender.

No meu por um tempo ficou lentão d+, levando muitos segundos para carregar e permitir o uso. Quando limpei com o CCleaner (marcando os itens do Chrome na aba Programas) mais de 2 GB haviam sido liberados.

Prefiro usar o CClenaer (com o Chrome fechado, claro) porque a tela do Chrome parece que demora mais do que deveria, pelo menos para o meu gosto.

Agora começou a ficar lento de novo, então lembrei e vim fazer esse post. E novamente, deu certo :)

Aliás isso vale para muitos navegadores. Eu não queria apagar porque tinha me acostumado a digitar só as primeiras letras dos sites visitados, mas foi necessário.

Usando funções do WordPress fora dos arquivos dele

por Marcos Elias

Com WordPress dá para fazer muita coisa. E não é necessário ficar preso aos arquivos dele: por trás dos panos ele oferece um excelente gerenciamento de conteúdo, você pode acessar as funções dele de várias formas, tanto em arquivos próprios dele, plugins, arquivos do tema ou… em arquivos externos!!!

O WordPress 3.0 trouxe os tipos de posts personalizados, junto com os campos personalizados já disponíveis em versões antigas faz do WP um dos sistemas mais versáteis. Não sou muito fã de sistemas que usam mysql para servir conteúdo, mas usando alguns sistemas de cache dá para levar melhor.

Estou usando isso em alguns projetos, em breve trarei mais dicas conforme eu for vendo na prática algumas coisas.

E como usar as funções do WordPress em arquivos externos?

Considerando o mesmo servidor, crie um arquivo PHP (de preferência na raiz do blog) com esse conteúdo:

<?php
define('WP_USE_THEMES', false);
include("wp-blog-header.php");
?>

Pronto! Esse wp-blog-header é “mágico”, ele carrega a instância do WordPress da pasta em que estiver e fornece toda a funcionalidade que você pode usar nos temas. Dá para listar posts e até mesmo criar novos posts usando a função wp_insert_post!

Por exemplo, para listar os últimos 15 artigos de um blog:

<?php
define('WP_USE_THEMES', false);
include("wp-blog-header.php");
query_posts('offset=0&posts_per_page=15');
?>
<?php if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post(); ?>
<li><a href="<?php the_permalink(); ?>" title="<?php the_title(); ?>"><?php the_title(); ?></a></li>
<?php endwhile; else: ?>
<li>Sem itens</li>
<?php endif; ?>

Veja que o loop “while…” é bastante similar ao loop usado nos temas, você pode usar as mesmas variáveis e funções dos temas!!!

Se quisesse listar só os posts de determinada tag:

query_posts('tag=futebol&offset=0&posts_per_page=15');

Veja as possibilidades da query_posts no Codex do WordPress.

Outro exemplo, a inserção de um post. O trecho a seguir foi extraído de um dos meus sites, onde os visitantes podem enviar conteúdo e eles vão para o WP sem precisar passar pelo wp-admin. Se você conhece PHP poderá lê-lo e identificar facilmente as variáveis que não estão definidas nele (afinal é para você ver e adaptar, não copiar e colar como está).

$new_post = array(
    'post_title' => 'Olá mundo!',
    'post_content' => 'Bla bla bla... Pode ser o conteúdo pego de um form com $_POST["blablabla"]',
 //   'post_date' => date('Y-m-d H:i:s'),
    'post_author' => 2,
    'post_type' => 'post',
    'post_category' => array(0),
    'tags_input' => 'wordpress, exemplo, php, explorando'
);

if (is_user_logged_in()) {
 $new_post['post_status'] = 'publish';
} else {
 $new_post['post_status'] = 'pending';
}

//categoria
//1 = Videos, 4 = English, 5 = Portuguese
if ($mep_language == "en") {
$new_post['post_category'] = array(1, 4);
} else {
$new_post['post_category'] = array(1, 5);
}

$post_id = wp_insert_post($new_post);

if (isset($post_id)) {

// se deu certo e o post existe...

if (is_user_logged_in()) {
$enderecopublico = "http://seusite/?p=" . $post_id;
} else {
$enderecopublico = "http://seusite/paginaqueavisaquefoienviadopramoderacao";

A função wp_insert_post($new_post) retorna um número se der certo, a ID do novo post (que foi armazenada em $post_id). $new_post é um array.

Em ‘post_date’ => date(‘Y-m-d H:i:s’) deixei comentado para que ele poste imediatamente. O item post_status pode ser ‘post’ ou ‘pending’, para deixar o post pendente para aprovação. No exemplo acima deixei pendente para visitantes não logados (assim o post vai para moderação), mas caso alguém esteja logado ele vai ao ar direto.

post_author define o autor, você pode usar 1 para o “admin” (ou o primeiro autor criado na instalação), no caso acima usei 2 para que os posts fossem atribuídos ao meu usuário de ID 2. Para ver o número do autor geralmente você pode ir na edição de usuários, clicar para editar algum e observar a ID na barra de endereços.

As categorias complicam um pouco porque devem ser fornecidas na forma de um array (com as IDs numéricas das categorias, separadas por vírgulas). As tags são mais simples, separando-as por vírgula como texto mesmo, sem se preocupar com as IDs (exemplo: dance, techno, house, sets).

No final ainda verifico se o usuário está logado ou não. Se estiver, já envia para o endereço da nova página postada. Independente da estrutura dos links permanentes (permalinks) você pode linkar para um post usando /?p=ID, onde ID é a ID numérica dele. Nas versões recentes (nem precisa ser a 3.0) o WordPress redireciona automaticamente para a url com o permalink correto (o que estiver definido nas opções).

Explore o WordPress e as funções possíveis no Codex. Você pode ter um site usando WordPress sem ter a “cara” de WordPress. Se seus usuários acham o painel do WP complicado, você pode criar uma interface simples para ele. Pode criar seções independentes, indo muito além da limitação de codificar nos temas. O trabalho do pessoal do WP é d+, apenas incluindo o wp-blog-header.php pode-se ter acesso a todos os recursos!

Veja mais no Codex (em inglês; se não souber, aprenda!):
http://codex.wordpress.org/Integrating_WordPress_with_Your_Website

Nova versão do Mondego: 292a

Postei uma nova versão do meu player. A grande melhoria é no visual da playlist, removendo aquele tracejado de foco do Windows (que em pleno Windows 7 tem cara de 95 ou talvez 3.11).

O tracejado que falei de foco pode ser visto na imagem acima, na lista de resultados da busca :P (mas na compilação disponível ele sumiu dali também).

Como se vê, a lista de músicas ficou mais apresentável, mas um dia ela ainda será reescrita (provavelmente com opção de mostrar mais colunas com o gênero, artista, etc).

Do changelog:

2010-07-15
292a

- Menu para salvar e carregar as posições do equalizador (ele salvava automaticamente a última mas não dava para criar “perfis”).
- Alguns presets do equalizador foram definidos (Clássico, Club e Dance; é necessário mais estudos para criar os outros).
- Tentativas de melhorias ao lidar com CDs, com mais atualização da interface nas funções de identificação do disco na unidade (Application.ProcessMessages… :D).
- Removido o tracejado de “foco” do Windows nos itens da lista. Fica mais “bonita” já que já tem a cor do skin em uso.
- Alteração na altura dos itens da lista, deixando-os maiores. A música que estiver tocando ficará com a fonte um pouco maior. Por enquanto isso é apenas na lista de músicas, provavelmente será levado para as outras futuramente.
- Adicionado item no menu da música selecionada: Mover para logo a seguir da que está tocando. Atalho: Ctrl + 1 (não funciona no 1 do teclado numérico).

Download do Mondego:

http://software.viamep.com/mondego/download/

E para relembrar as versões iniciais dele, nada melhor que colocar um build antigo lado a lado com um atual…

E aproveitando pra fazer um merchan (se é que pode ser considerado assim quando “é da casa”), se você gosta de música eletrônica, pode baixar um monte nesse site: soubalada.com. No Sou Balada foi reinaugurada a seção de vídeos, agora os visitantes podem enviar links de vídeos para o site: http://video.soubalada.com/.

Experimentando CDs no Mondego: versão 284a

por Marcos Elias

Postei hoje uma nova compilação do Mondego, com suporte experimental para CDs de áudio.

Tirando do changelog:

2010-07-09
284a

- EXPERIMENTAL: Aba “CD”, para tocar CDs de áudio (convencionais, não MP3). Dada a particularidade das faixas e a forma como são lidas (ficam na playlist apenas enquanto o CD está no drive) o Mondego não inclui as faixas na lista de músicas, mantendo separado. Isso permite voltar facilmente para a lista de músicas da playlist mesmo :). Aviso: esse é um recurso em testes, pode ser que seja removido em breve. Se tiver um CD no drive o player pode demorar mais para ser aberto. Se não houver uma boa demanda esse recurso será removido. Particularmente não ouço CDs de áudio comum no PC (99% das minhas músicas são em mp3, 0,5% em wma, 0,3% em flac e 0,2% em ogg).
- Agora a playlist principal passa a destacar as músicas favoritas (a cor variará dependendo do skin).
- Removida coloração vermelha em caso de resultado de busca não encontrado (ficava feio dependendo do skin, além de não ser lá tão útil). Agora a cor da área de resultados será baseada no skin.
- Trocado atalho para localizar arquivo selecionado na pasta: agora é CTRL + Enter. Antes era Alt + Enter mas só funcionava com Alt esquerda, usando a da direita não tinha efeito e o enter fazia a música ser tocada. Com o CTRL funciona para as duas teclas (esquerda ou direita).
- Trocado atalho para copiar o nome do arquivo: agora é CTRL + SHIFT + C. CTRL + ALT + C copia com o caminho todo. Antes era CTRL + C mas isso prejudicava o uso do CTRL + C em outros campos.

**********

Provavelmente vou remover o suporte a CDs de áudio, foi só pra testar mesmo – e não gostei dos resultados, deixa o programa um pouco mais lento quando tem um CD no drive. É uma parcela de código inútil que poucas pessoas usam hoje, creio eu. Mas se não tiver CD no drive não percebi lentidão nenhum a mais :)

Algumas pessoas me perguntaram pela versão 1.0. Não pretendo dar uma data para a 1.0. Em vez lançar uma versão “1.0″ e depois lançar um “Service Pack” em seguida, preferi trabalhar diferente no Mondego: vou distribuindo rolling releases, uma “versão” continuamente atualizada (estou colocando um verificador de versões online também, parcialmente implementado, indo em Menu > Checar por nova versão). As compilações cheias de bugs durante o desenvolvimento eu uso só para mim e alguns amigos próximos que eventualmente ajudam a testar, e assim que dá uma amadurecida publico uma nova compilação. A cada mexida no código que seja finalizada o número da compilação aumenta em um, como nem todas são públicas a versão publicada mais recente pode dar um “salto” perante à versão anterior. Isso é normal :)

Ele está em “dev” mas é mais estável do que muito software ’1.0′ que existe por aí. Como “gosto é gosto”, você não é obrigado a utilizá-lo, então se achar ruim ou precisar de algo que não vou implementar, continue usando seu tocador atual.

Tendo em mente a idéia de “1.0″, o que falta? Muito pouco. Mas esse muito pouco exige uma reescrita em várias partes do programa: a forma como ele lida com a playlist. Atualmente ela é uma stringlist simples, eu preciso criar um sistema com colunas que mostre dados da faixa extraídos das tags da música (artista, álbum, etc), e permitir ordenar a lista por essas informações. Isso em si não é lá “tão” difícil, mas eu precisarei trocar todas as chamadas da playlist e fazer mais uma boa dose de testes, então estou “adiando” esse recurso. Se você achar a playlist atual muito ruim, lembre-se de que ela é extremamente leve :) Em vez de quardar muitos dados na memória para cada item, ele guarda apenas o caminho do arquivo.

E claro, ele tem uns bugs que podem soar irritantes. Um deles é a falta de suporte a unicode, dependendo do nome do arquivo ele não consegue abrir. É raro, aqui comigo apareceu apenas com alguns raros arquivos baixados, mas esse é um problema real que precisa de correção.

Enfim, o Mondego 284a está aí e tudo o que puder, farei por ele, desde que não fuja dos objetivos iniciais (um player leve, sem frescuras, mas potente).

O download pode ser feito no lugar de sempre :D
http://software.viamep.com/mondego/

Um pouco dos bastidores…

Segue meu arquivo “todo.txt”. Como o programa é feito por uma pessoa só, não me preocupo tanto com a organização, estando de uma forma que eu entenda, beleza. Isso poderá mudar quando eu fizer a versão pra Linux, que comecei mas não continuei – seria uma reescrita total usando o Lazarus.

- aba CD: o resultadobusca continua com as musicas da principal!
- Nomes de arquivos com caracteres em unicode!!!
- o “menos” no tempo não aparece no XP, só no 7 (ñ lembro no Vista). Trocar a fonte LCD.
- ao varrer pastas NÃO PROCURAR por playlists! add variavel pra NÃO ACHAR SE FOR PLAYLIST na função q abre ou varre ou add!!! (isso pode add arquivos inexistentes q porventura estejam em playlists antigas do user)
- busca: exibir o painel LOGO q começar achar
- painel de erros: tem q arrumar pq se tiver a tela da busca junto fica zuado
- Ao clicar na opção pra alterar o ADD NA TOCADAS ou não qd tocar, então ADD a atual se tiver tocando alguma pq senão pde terminar e não add ela!
- Adicionar MANIFEST do vista/7 de user MAS SEM O DE TEMAS!
- Pause no teclado multimídia: detectar aba aberta. Atualmente ele pára uma rádio se for teclado msm qd grava!
- Arrastar e soltar itens nas listas para movê-los (tem que funcionar em todas, e nas de músicas e rádio precisa destacar a atual que estiver tocando).
- A janela de abrir com multiselect não segue o novo padrão visual do Windows Vista e 7 (apenas visual).
- Suprte a MIDI e CD
- Suporte a tags do MP3 (parcial… na barra de status e no aviso do msn)
- Playlist com tempo, álbum e mais informações da música (usar lista simples ou um grid ou um componente próprio?).
- Verificar bem a função pra tocar rádio: fica zuado quando clica mtas vezes no msm item.
- Usar presets no equalizador (iniciado mas não publicado, a preguiça/tempo pra fazer as contas e testar tudo é grande…).
- Ao usar o form no topo, manter o equalizador também no topo.
- Ao buscar, substitui _ por um espaço. Deixar isso opcional!
- Add msg da rádio no modo compacto (espaço pra isso tem!)
- Progresso na barra do 7 ao varrer pastas!
- Opção para cancelar o “varrimento” das pastas!
- jump lists: coisa questionável… uso o 7 desde o beta e nunca usei pra valer as jump lists :P
- ao clicar num ÚNICO arquivo no explorer, add na lista e já tocar ele (em vez de add na lista). mas NÃO TOCAR se tiver com radio ou gravando, OU tocando outra música.

COM SKIN:

- se tá gravando parou de funcionar a piscada no titulo e no “Gravando” !

De users:

- playlist no centro e opções embaixo, sugestão do Rafael

http://www.explorando.viamep.com/m/2010/01/pesquisa-mondego#comments

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CORRIGIDOS!!!

- Se nenhum arquivo pode ser tocado na playlist, ela fica repetindo indefinidamente. Tem que matar o processo. (agora basta clicar no stop ou teclar esc)
- Detecção do formato do streaming para atribuir automaticamente a extensão ao gravar.
- Barra de volume controla o volume global. Isso é indesejável.
- Salvar se o equalizador é visível ou não e as posições dele.
- Add mais algumas bandas no equalizador. (começou com 3 só para teste do bass :P)
- Tirar ctrl+c do menu q copia nome e fazer de outro jto, pra deixar usar o ctrl+c em outros campos!
- Ao mudar pra aba Tocadas com uma busca q não tenha nela, se a busca tiver verde não fica vermelha, mas nas outras fica! [CORRIGIDO pq as cores da busca foram removidas no 284a - 2010-07-09]

Publicado Firefox 4 beta 1

por Marcos Elias, publicado no GdH

*TÍTULO CORRIGIDO, no email foi sem o “4″*

A Mozilla publicou agora oficialmente o beta 1 do Firefox 4. Aquela versão divulgada recentemente, como anunciado, era um "preview do beta", um "candidate build". Esta nova versão é um pouco diferente do candidate (o instalador para Windows é um pouco maior e há algumas mudanças na interface, como o botão Feedback).

As grandes mudanças com relação ao conhecido Firefox 3.x são várias, na verdade houve uma boa reescrita do código do navegador para se adequar às novidades esperadas. A barra de endereço e a disposição das abas seguem o estilo do Google Chrome. Na verdade lembra ele, é diferente mas é inspirado nele, já que foi o Chrome que popularizou esse conceito de interface para os navegadores.

O Crash Protection, ou "proteção contra travamentos", é outra coisa interessante: ele isola alguns plugins em processos separados. Se algum deles travar ou parar de responder, o navegador todo não precisa ser encerrado, basta recarregar a aba do site em questão. Esse mesmo recurso apareceu no Firefox 3.6.4, onde funciona para plugins do Flash, QuickTime e Silverlight. No Chrome isso é feito desde o princípio, inclusive para as abas – e daqui para frente tende a ser adotado em outros browsers.

HTML 5 e CSS 3 estão tão comentados ultimamente que dispensam comentários, né? Além disso o Firefox 4 traz mais coisas, como WebSockets, Web Console e Indexed DB (este permite aos sites guardarem arquivos e configurações localmente).

Um novo sistema de plugins permitirá que as extensões sejam instaladas sem precisar reiniciar o navegador, o que era uma das maiores críticas ao Firefox para quem gosta de experimentar novas extensões.

O Firefox 4 ainda vem com um gerenciador de add-ons mais fácil de usar, suporte a WebM e vídeo HD, e mais recursos de privacidade. No hotsite de divulgação do beta há várias informações sobre as mudanças, além do link de download.

(mas eu continuo com o Chrome :P)

Adicione pastas favoritas no Filezilla e poupe seu tempo!

por Marcos Elias

Quem tem site ou blog e usa o Filezilla para acessar o servidor para upar atualizações, pode contar com o recuro Favoritos (Marcadores, como vem nas últimas versões).

Em vez de toda hora ficar digitando ou navegando pelas pastas, fica bem fácil, com um clique na pasta favorita ele coloca no endereço e já navega até ela. Eu vi esse recurso há muito tempo mas passsei a usar só agora, e facilita bastante!

Clique no menu Marcadores e selecione Adicionar aos marcadores (ou tecle CTRL + B).

Assim em vez de ficar digitando toda hora /var/www/html/example.com basta clicar no marcador do site favorito. De quebra a pasta local também pode ficar salva no marcador, agilizando bastante mesmo. Mesmo que você não acesse as pastas diretamente (como a /var/www/html, mais comum do Apache no Linux) com os marcadores você evitaria um duplo clique na pasta public_html, comum em hospedagem compartilhada :)