Linux e o MP3

“Linux é uma porcaria. Não toca minhas músicas!”

Cansei de ouvir isso de amigos ao tentar indicar algumas distros para eles. Cansei de perder tempo instalando o Ubuntu em dual boot com Windows e ter que voltar depois na casa das pessoas para formatar e colocar Windows no HD todo, porque os amigos reclamaram que o Ubuntu ocupou espaço demais e eles não usavam. Até explicar como fazer e o motivo pelos quais os codecs não podem ser inclusos na maioria das distros… Bom, deixei os amigos com seu Windows mesmo e parei de recomendar Linux para todos… Não me ofereço para instalar para amigos porque vou ter um trabalho dobrado, reinstalar o Windows depois. Claro, continuo apoiando quem quer usar e gosta do sistema, mas jamais isso pode ser visto como algo forçado. Quem descobre as maravilhas do Software Livre normalmente as descobre por conta própria.

Bom, talvez frases de xingamentos como essa estejam perto do fim, pelo menos para os usuários de Ubuntu. Uma opção durante a instalação permitirá ativar os repositórios de softwares não livres, facilitando exponencialmente a instalação de programas deles depois.

Isso deverá vir no Ubuntu 10.10, se os planos não forem mudados. Afinal o Linux nunca vai ser popular nos desktops se dificultar – como dificulta – a utilização de codecs para formatos de arquivos comuns. Esse não é o único problema, mas é um dos mais comentados. Por isso distros como o Mint e outros remasters do Ubuntu fazem um certo sucesso, já vêm com tudo pronto.

(a tela acima peguei no post do André Gondim, que publicou várias telas da instalação do alpha do Ubuntu 10.10; veja também meu post no GdH)

Ah… Por mais contraditório que possa parecer, eu uso Windows 7 no desktop e Windows XP no netbook, porque não consegui me satisfazer com nenhuma distro ainda. Mas nos servidores o CentOS (aka RHEL pirata, como brinco rsrs) ou Debian vão bem, obrigado, e não os tiro de lá por nada!

Konqueror com WebKit é bem mais rápido do que com KHTML

Olha só que interessante o mundo do software livre.

O KHTML é o motor renderizador de HTML do KDE, ambiente gráfico muito famoso no Linux. O renderizador, pra quem não sabe, é o programa que lê o código HTML dos sites e monta a página final, bonitinha, que é exibida ao usuário.

A Apple pegou o KHTML e fez um fork dele, o WebKit, para usar no seu navegador chamado Safari. Um fork é um derivado, quando alguém pega um programa e gera um novo programa, atualizando ele independente do programa original. Ela foi trabalhando no projeto e o manteve open source, é claro. Até porque a base dele, o KHTML era open source e ela não poderia se apropriar do código – que havia sido criado por programadores do KDE com muitos colaboradores voluntários mundo afora.

O WebKit foi evoluindo mais rápido do que o KHTML, foi adotado também no Google Chrome – navegador expressivo em velocidade. Com isso além da Apple o projeto tem grandes contribuições do Google.

E agora… Aquilo que começou no KDE voltou para o KDE, só que muito melhor: o WebKit pode ser usado no Konqueror, e eventualmente acredito que no futuro seja padrão nele.

Bom, o fato de poder ser usado no KDE 4.5 não mudaria tanto a vida de quem usa o Konqueror por si só. O que é gratificante é que o desempenho dele é radicalmente superior ao do KHTML. No gráfico abaixo, que mostra o tempo para realização do teste SunSpider, quanto menor a barra, melhor:

Veja mais detalhes no Digitizor, além de como torná-lo padrão no Konqueror se você usa o novo KDE 4.5.

Isso tudo não seria possível se o KHTML fosse fechado. A Apple nunca poderia ter se baseado nele para gerar o WebKit, teria construído um motor do zero (ou talvez usado o Gecko da Mozilla) e toda a comunidade não seria beneficiada. O Chrome poderia nem existir (ou teria um motor próprio). O KHTML continuaria lentão, sem a esperança de ser tão rápido no navegador nativo do KDE – o Konqueror – por pelo menos um bom tempo – afinal desenvolver isso priorizando o desempenho não é algo fácil.

O Konqueror com KHTML não é tão bom, a compatibilidade com alguns sites é bem ruim. É interessante que tenha uma alternativa, mas ele deixa (ou deixava!) de ser competitivo perante os navegadores atuais.

Usar o Webkit no Konqueror ainda não é algo livre de problemas, mas em algumas versões futuras isso deverá estar bem melhor. Viva a liberdade, viva o mundo dos softwares livres.

Overclock no Geode do netbook Proview PC-81001

por Marcos Elias

Depois de mais de um ano comprado, só agora tenho usado com mais frequencia meu netbook da Proview. Aqui vou contar um pouco sobre o uso numa espécie de dica para quem tem esse modelo, então se você não tem o PC-81001 provavelmente não achará essas informações úteis. Bom, vamos lá :)

Ainda não consegui ver vídeos no netbook 81001 da Proview, mas consegui recentemente uma melhora significante de desempenho ao passar a usar o navegador Opera – ficou bem melhor do que o Chrome, Firefox e IE, acredite! Eu não gosto do Opera no desktop, mas em PCs com baixos recursos ele é muito bom. Toda a velocidade do Chrome em PCs atuais cai por terra ao rodá-lo num PC antigo – ou lerdo. Só o Gmail ficou meio irritante ainda, muito Javascript, tive que alternar para a interface em HTML clássica (há link no final da tela do Gmail).

Sobre os temas do Windows (estou usando o XP nele, o processador Geode de 500MHz é lentão pro Vista e 7) sinceramente não vi muita coisa melhor ou pior na questão de usar ou não os temas visuas. Tanto com o visual clássico como com os temas do XP para mim ficou a mesma coisa, diferente do que eu experimentava no meu primeiro PC, um Pentium II 266, onde desativando os temas visuais eu tinha um bom ganho de desempenho. Há várias dicas para melhorar o XP num ebook que eu havia escrito sobre ele.

Uma dica interessante – e perigosa – para melhorar o processador do netbook é aplicar um overclock no Geode. Dá certo! Eu tinha visto isso nos comentários do Versão Zero, post antigo já, mas não tinha tentado fazer com receio de dar algo errado.

O ganho não vai ser assustador, afinal o Geode LX 800 dele é bem fraco para os padrões atuais, mas o pequeno ganho pode melhorar um pouco a navegação em pastas, abertura dos programas, etc. Valeu a pena.

Fica a dica então para quem tem o netbook PC 81001 da Proview, modelo comum no Brasil bastante vendido em 2009, ainda encontrado por aí a um preço normalmente abaixo dos netbooks com Atom.

Entre no Setup (apertando F1 enquanto está na tela de boot) e tecle SHIFT + F8. Vai aparecer uma tela com opções ocultas, que permite modificar por exemplo, o multiplicador do clock para o processador e memória. Coloque como multiplicador uma unidade a mais do que o que estiver para aumentar em 33 MHz a frequencia. Eu segui a recomendação do HelbertPina no Versão Zero, deixando 16 no multiplicador do processador e 12 na memória.

O aumento nesse caso será só de cerca de 30 MHz, mas numa situação de desespero – processador lento – acabou melhorando o desempenho.

É possível colocar multiplicadores maiores (consegui com 60 MHz a mais também), mas pode ser que o sistema não seja iniciado ou apresente erros durante o uso. Pode acontecer dele não ser iniciado, não ligar nem exibir nada na tela. A saída nesse caso é restaurar as opções do BIOS, segurando a tecla Ins enquanto aperta o botão de ligar por alguns segundos (alguns reportaram que foi com a telcla F1, mas aqui deu com a Ins). Pode não ir de primeira, parece ser meio bugado, mas vai depois de algumas tentativas.

Se você é preocupado com aquecimento… Aí sei lá. Só com as modificações apresentadas não tive problemas, mas é bom saber que ele não tem cooler tradicional, usa um dissipador passivo, então não pode abusar muito. Pelo que vi se abusar ele nem vai iniciar, então acredito que não seja problema. Algumas pessoas conseguiram aumento além dos 600 MHz, mas aqui não deu.

Ah, uma dica útil para qualquer netbook… Independente do sistema que você usa, veja se dá para ocultar a barra de tarefas. E navegue teclando F11 para aproveitar ao máximo o espaço da tela :D

No Windows XP, para ocultar a barra de tarefas, clique com o botão direito nela e vá em Propriedades. Na aba Barra de Tarefas tem uma opção para ocultá-la automaticamente. Aí, para exibi-la, basta mover o mouse para a região inferior da tela. Não gosto de usar isso no desktop, mas gostos são pessoais e intransferíveis, então escolha o que preferir.

Uma coisa que me incomoda no netbook da Proview é que ele pode ser desligado (no XP) ou colocado em stand by automaticamente, aqui acontece algumas vezes mesmo usando ele conectado na tomada! Não sei se faltou alguma coisa, afinal não uso o XP pré-configurado que vem nele – comprei com Ubuntu e tirei, porque estava muito lento, e instalei os drivers do XP disponíveis no site da Proview (upei no MediaFire, já que vi gente reclamando do site da Proview). Para contornar isso tente mudar as opções de energia do Windows, marcando para não desligar o HD, nem suspender, desligar a tela, etc. Ou clique no ícone da bateria com o botão normal (geralmente o esquerdo) e escolha o esquema Sempre ligado.

Na época eu comprei ele porque os netbooks com Atom tinham um SSD pequeniníssimo (4 GB) e tela de 7″, eu jamais iria querer algo assim. O da Proview tem tela de 10 polegadas e HD de 60 GB, o que foram fatores determinantes para a compra (na época). Hoje os netbooks estão melhores, com processadores mais rápidos (que servem para o primeiro PC de muita gente), mais memória, podem rodar de boa o Windows 7 e têm HDDs, ou SSDs um pouco maiores. Evite esse da Proview, compre um com Atom (ou outro processador da AMD mais moderno, como as gerações do Geode baseadas no Athlon – Geode NX). A tela de 10 parece que virou padrão. E diferente do que pode parecer, a resolução 1024×600 (inclusive a usada no Proview 81001) é ótima para navegação, não muda muito a experiência de usar 1024×768. A largura da maioria dos sites foi feita pensando em 1024, então dá para usar tranquilo.

Como falei, com os modelos disponíveis hoje eu diria que é besteira comprar um netbook com Geode antigo. Mas se o preço for atraente pode ser uma boa opção, desde que você não queira ver vídeos. Como o consumo de energia é muito pequeno ele é uma boa opção pra ficar ligado baixando coisas, por exemplo (mas fique de olho pra ver se as opções de energia não farão com que ele seja desligado :P).

Dicas rápidas para compras online seguras

Dicas bem rápidas para comprar coisas no Mercado Livre ou eBay, ou pela internet em geral (mas focando no Mercado Livre):

Verifique a reputação do vendedor. Se for pequeno ou novo no site, procure ver os comentários de quem comprou e as descrições das reputações. Se tiver muitas negociações canceladas ou reputações negativas, fuja dele.

Se o vendedor aceitar Mercado Pago, a liberação do dinheiro só deve ser feita quando você receber o produto. Não antes. Alguns pedem pra liberar antes. Evite. Pode ser golpe. Idem se a loja aceitar PagSeguro ou serviços similares.

Verifique se o produto está no Brasil, especialmente em caso de gadgets, produtos de informática ou itens caros. Alguns vendem primeiro para importar depois, nesse caso além do produto você pode ter uma surpresa para receber, tendo que pagar imposto de importação – quase sempre de 50 a 60% do valor total do produto.

O espaço de perguntas do ML ou eBay foi feito para ser usado. É bom ler as outras perguntas e respostas também. Um bom vendedor responde a todas as perguntas. O ML não deixa colocar dados de contato nas mensagens porque ele quer ganhar a comissão dele, e se deixasse a pessoa divulgar o contato não teria como rastrear a venda.

Ao comprar no eBay, que é internacional, veja se o vendedor entrega para o Brasil (ou toda a ‘South America’). Muitos *não entregam*. Se estiver escrito que entrega Worldwide, então aceita o mundo todo, mas alguns colocam exceções – entre elas podem estar a América do Sul ou o Brasil. Ah, mesmo que entregue, verifique o custo – em algumas descrições há um campo com os custos para os vários países, acho que depende do vendedor fornecer as informações quando ele cadastra o anúncio.

Só clique no botão Comprar se tiver certeza mesmo, caso contrário o vendedor poderá te negativar, e quanto mais fizerem isso, menos credibilidade você terá se um dia quiser vender algo por lá – pra comprar não importa muito, desde que você pague e/ou não se recuse a liberar o pagamento pelo Mercado Pago sem motivos… Se bem que, com uma reputação negativa, os vendedores podem recusar a fazer vendas pelo Mercado Pago para você.

É seguro comprar coisas pela internet? Sim. Eu já comprei muita coisa e continuo comprando. Mas também não é seguro, depende da loja, do vendedor, enfim. Eu já caí em golpe numa loja que anunciou no Buscapé, que se diz “o melhor site de comparação de preços da América Latina” (aquele mesmo que fez os afiliados responsáveis por boa parte do seu crescimento de escravos e trouxas, quando colocou captcha nos anúncios). Era uma loja virtual fake, durou poucos meses e nunca entregou um produto. Era tão real – e anunciava num site que eu acreditava ser sério – que não tive porque desconfiar, inclusive atendiam por telefone e MSN – só me caiu a ficha quando a fdp falou que só enviaria o código de rastreio da postagem por correio, depois de umas duas semanas reclamando da demora.

Já comprei coisas na DealExtreme também que nunca chegaram (mas mais de 99% chegaram certinho). Comprei coisas pequenas de caras do eBay, dos EUA e de Hong Kong e Singapura, e veio tudo OK. Ainda quero comprar um notebook no exterior mas fico com medo dos impostos fazerem não valer a pena.

Comprar pela internet funciona, desde que as pessoas por trás das máquinas sejam honestas. Com um pouco de atenção dá para se prevenir. Mas nem tudo é garantido. Um erro de sistema pode fazer com que uma grande loja deixe de entregar um produto, entregue um produto trocado ou atrase muito. E em se tratando da internet a coisa complica, os contatos ficam dificultados, já que pode levar tempo pra outra parte responder. Numa loja física, em contrapartida, quase sempre você sai com o produto em mãos.

Link para redes sociais no seu site ou blog

Muitos sites usam, então porque ficar de fora? É bom colocar botões para redes sociais mais usadas, facilitando o compartilhamento dos seus links. Você precisa ver como fazer isso para cada rede. No Twitter é fácil, basta chamar a página de post com uns parâmetros, mas para o Orkut já é necessário um pouco mais de código com a API do Orkut Share.

Para facilitar isso de uma vez por todas, aproveite o botão do site AddThis:

http://addthis.com/

Veja como pode ficar no seu site (a lista aparece ao passar o mouse):

addthis

É gratuito e o cadastro é opcional. Ele adiciona um botão na sua página sem que você precise fazer configuração nenhuma, identificando a URL da página via Javascript. Tem link de compartilhamento para Orkut, Facebook, Twitter, é claro, entre muitos outros serviços, são quase 300!

No WordPress ou em um blog, prefira colocar no arquivo single, da página dos posts apenas – pois se aparecer na home o link vai ser da home, não do post que talvez o visitante quisesse compartilhar.

Com o link em local visível muito mais pessoas podem compartilhar seu post, caso gostem, é claro. Sem o botão muitos podem ficar com preguiça de digitar ou copiar o título, encurtar a URL e tal…

Dica para quem come em frente o PC

Se usar Windows: tecle Win + R (Executar) e digite osk, dê OK e tenha um teclado virtual, onde você pode digitar com o mouse. É espetacular para quem está comendo em frente o PC, digo por experiência própria :D

Para os noobs: A tecla Win é a do logotipo do Windows, normalmente está entre Ctrl e Alt.

Não é legal pra digitar coisas longas (ele é bom pra deficientes e será bom para telas de toque) mas é ótimo pra ir navegando nos sites, fazer um login ou outro, ver vídeos… Aproveitando a barra de endereços inteligente dos navegadores e também o recurso de completar formulários automaticamente, enfim. É utilíssimo para uso quando sua outra mão está ocupada, por exemplo, segurando o prato.

Se usar Linux então se vira pra achar aí, já que não há padronização, mas boas distros também têm isso em local acessível (no menu Acessibilidade). Curiosamente o caminho para ele no Windows não é tão acessível assim, porque é necessário dar vários cliques pra chegar lá: Iniciar > Todos os programas > Acessibilidade > Teclado virtual (ir lá com o mouse enquanto está com o prato na outra mão é irritante).

Como bootar o Windows da pasta Windows.old

Já instalou o Windows 7 ou Vista numa partição que já tinha outro Windows? Se já então deve ter percebido que ele moveu a instalação anterior pruma pasta Windows.old.

Sabia que dá pra restaurar o Windows anterior a partir dessa pasta? A dica não podia ser mais fácil: é só mover os arquivos dela pra raiz da partição e, se precisar, restaurar o boot do sistema em uso com o bootsect.exe do DVD do Windows!

Veja um tutorial em detalhes no GdH.

Chrome 6 beta!

Publicado Google Chrome 6 beta! Já? É, as versões do Chrome evoluirão quase que exponencialmente daqui pra frente…

Mais velocidade, autofill (preenchimento automático de campos), mais velocidade, melhor sincronização com favoritos, preferências e temas, agora com os dados do Autofill e extensões! Melhorias na interface… E mais, mais velocidade!

Veja o anúncio e se quiser baixe o beta! Se precisar de estabilidade recomendamos continuar com o stable e baixar o Canary, que pode ser instalado em paralelo. Se preferir veja também como baixar todas as “edições” do Chrome!

Publicado OpenOffice 3.3 beta 1

Beta 1 do OpenOffice 3.3 publicado:

http://download.openoffice.org/all_beta.html

http://wiki.services.openoffice.org/wiki/Feature_Freeze_Testing_3.3

O OpenOffice é uma das mais famosas suítes de aplicativos de escritório. É diferente do MS Office? É. Mas faz quase tudo o que a outra faz – o Office tem tanta coisa que pouca gente usa… Pra que pagar por algo que você sub-utiliza? Tanto para uso pessoal como em empresas o OO (OpenOffice) é excelente! Se você usa algum recurso específico ou gosta do Office da Microsoft, beleza, continue com ele – apenas é bom ressaltar que há opções alternativas!

Ah, pra quem não sabe o OpenOffice no Brasil é o BrOffice. Não é um “fork” de terceiros, é o oficial mesmo, mas por questões de marcas não podem usar o OpenOffice no Brasil. O beta provavelmente só pode ser baixado em Inglês. Se achar melhor, espere sair a versão final, e baixe então no broffice.org :)

Se não conhece ou nunca usou, veja mais sobre esse excelente pacote de programas num post anterior do Explorando.

Blogcast: Podcast de Blogueiros Nacionais

Por enquanto teve dois episódios do projeto moderado pelo Marcos Lemos do Ferramentas Blog. Confira o podcast:

http://www.blogcast.ferramentasblog.com/

Os convidados (do mais recente):

Juliana Sardinha – Conhecidíssima blogueira, do Dicas Blogger
Ricardo Fraga – Google Discovery
Marcel Dias – Byte que eu gosto / Cadê meu Dorflex
José Márcio – Os Invicioneiros

O papo foi bem legal, abordando tendências atuais! Tomara que vá pra frente. Afinal tantos podcasts nacionais que já nasceram e não duraram muito… O começo deve ser a parte mais difícil, então boa sorte para eles!