Mais sobre as reformulações no site!

Em breve farei outro post, por agora… Estou atualizando o layout, pensando num modelo responsivo (adaptável às telas de celulares e tablets). Aos poucos as outras partes antigas do site serão migradas para esta principal.

E novidades sobre o conteúdo vêm aí… Não ficarei restrito ao mundo da informática!

Voltei a postar mais dicas de inglês e outros idiomas, compartilhando técnicas e dicas de sites que uso. Atualmente as dicas estão no cursodeinglesweb.com. Ainda estudo mudanças para aquele site, mas o Explorando aqui continua no ar!

Sinceramente perdi parte do interesse de escrever de informática, por esse motivo o site tem tido tão poucas atualizações. Mas ainda gosto de “blogar” e escrever sobre o que acredito (ou não), então algumas mudanças no conteúdo são planejadas, saindo um pouco do mundo “Windows/Linux/Mac/internet”. Em breve compartilho detalhes.

Em setembro agora o Explorando faz… 9 anos! Confira o primeiro post:

http://www2.explorando.com.br/2005/09/iniciando-dicas-tcnicas-links-de-info

Naquela época estava no Blgospot e o blog era totalmente informal… Janelas e pinguins :P

Enfim, este post é provisório só para avisar que estou alterando algumas coisas aqui, logo mais faço um post oficial anunciando a volta. Ah, curta a página do Explorando no Facebook!

https://www.facebook.com/explorandoeaprendendo

Novidades no site, até que enfim! E novo Mep Spy em breve

por Marcos Elias

Depois de uma eternidade (eternidade mesmo) com as coisas paradas por aqui, novos posts irão aparecer em breve ;) Talvez já perceberam na home uma entrada para os posts do Leonardo Santos, novo autor aqui do site – ele já havia feito alguns posts antigamente.

Os últimos 2 anos foram bem complicados para mim, tive uma série de problemas pessoais e algumas coisas ficaram mal resolvidas. Com isso o Explorando acabou ficando em segundo plano, parado. A longa pausa não se deve só aos problemas, mas a outros fatores também: eu perdi um pouco o interesse pela informática como tinha. Paralelamente, um pouco antes o Morimoto também acabou largando o barco, deixando pra lá o Guia do Hardware.NET – Hardware.com.br. Com as mudanças eu acabei deixando de escrever lá também.

A ideia agora é voltar a melhorar o Explorando, porém sem um foco “excessivo” como alguns sites por aí. Não terei meta de posts, postarei quando der vontade, mas certamente em um ritmo maior do que nos últimos 2 anos. O Explorando começou por hobby lá em 2005, era um blog no Blogspot, e será mantido assim por um tempo. Não dá para dizer mais que é um projeto de um cara só porque agora o Leonardo faz parte, mas o espírito segue o mesmo: um site de dicas e tutoriais escritos com paixão – não para cumprir metas ou acordos publicitários.

Aproveitando, me animei um pouco para mexer com software novamente. Há alguns anos eu desenvolvi alguns programas. Com os meus problemas no ano passado e troca de servidores, acabei deixando um dos meus sites de programas fora do ar. Um pouco depois comecei a receber vários e-mails e mensagens pedindo o Mep Spy, perguntando se o programa tinha acabado e por que eu havia removido… Nisso vi que o programa tem vários fãs! E é de fato um programa muito útil, um dos mais úteis que já produzi. Decidi então pegar um projeto que estava parado e continuá-lo.

O que é o Mep Spy? É um “espião” do computador para instalação voluntária, perfeito para saber o que os outros fazem no seu computador na sua ausência. Ele roda escondido e vai capturando “fotos” da tela, permitindo que você veja tudo o que foi acessado depois – tudo, e-mails, Skype, Facebook, vídeos, sites acessados… Diferente de outros programas de controle parental, ele salva imagens de tela, então você consegue ler o que seu filho conversou com estranhos pelas redes sociais (mesmo que ele apague o histórico do chat depois). Ele foi projetado para monitorar a atividade de filhos menores, mas claro, também pode ser usado para descobrir traições e outras coisas mais (desde que você possua os direitos legais de instalação no computador, ou seja: é para uso no SEU computador, não em máquinas alheias). Saiba mais e baixe em:
http://software.viamep.com/n/mepspy.php

mepspy

Planos para o novo Mep Spy

Não posso prometer data, mas em algumas semanas ou meses lançarei o Mep Spy 2.0, com algumas melhorias. Tanto na interface, como melhorias técnicas. O programa na sua versão publicada, 0.6 beta, continua funcionando. Ele precisa ser instalado por um administrador (o que garante segurança), porém salva as imagens diretamente numa pasta. Qualquer um com acesso à pasta consegue ver as capturas.

Eu já tinha uma versão iniciada com algumas outras melhorias e mudanças técnicas. Essa versão será a base para o Mep Spy 2.0, incluindo as seguintes mudanças:

* Interface mais simples e fácil de usar (a atual parece ser um tanto quanto confusa).
* Versão “portable”, que roda sem precisar instalar (você pode colocar na pasta de sua escolha).
* Mais seguro: as imagens serão salvas criptografadas!
* A captura será de todas as telas, no caso de uso de vários monitores (a versão anterior só pegava do monitor principal).

Este terceiro item é o mais importante. Mesmo que alguém descubra a pasta do programa, a pessoa não conseguirá ver o que tem nas telas capturadas, pois elas estarão criptografadas (arquivos .mepx em vez de .jpg). As imagens precisarão ser descriptografadas, usando para isso a mesma senha usada na criptografia. Isso traz mais segurança no transporte das fotos também, você pode deixar salvas num pendrive ou disco virtual sem se preocupar com ações de bisbilhoteiros ou interceptações.

O Mep Spy foi projetado para uso no seu próprio computador, possibilitando ver o que seu filho faz. Ele não tem recursos online: não pode ser usado “remotamente”, é necessário configurá-lo diretamente no PC “alvo”. Isso é importante para a segurança e confiabilidade do próprio programa: não há acesso a servidores de terceiros (você ou qualquer usuário mais experiente pode comprovar isso com um firewall: ele não precisa de acesso à internet). As imagens ficam salvas na sua pasta local. Isso evita possíveis abusos.

Enfim, assim que tiver mais informações sobre a nova versão postarei aqui. E de tempos em tempos virão algumas dicas de Windows, Mac, Linux, internet… ;-)

Alguns dos meus outros projetos

Continuo estudando inglês por conta própria e relatando sites interessantes que vou encontrando neste meu pequeno site: Curso de Inglês Web. Recomendo a todos que querem melhorar ou aperfeiçoar seu inglês de graça, em todos os aspectos! E também estou estudando modelagem 3D por hobby, produzindo ônibus e objetos para o OMSI, um simulador. Há detalhes no site omsi.com.br, um coletivo de entusiastas de OMSI. Para ver só os meus projetos, entre em:

http://www.omsi.com.br/author/admin/

É isso, abraços e até o próximo post!

Em busca de um computador atual e barato, com USB 3.0 e HDMI

por Marcos Elias

Sumido, mas vivo :P

Estive procurando uma placa mãe barata para substituir minha finada H61M-DS2. Esta dica serve para quem quer uma configuração barata para os processadores Core i3/5/7 ou os Pentium ou Celeron socket 1155, que encaixam nas mesmas placas.

O problema da H61M-DS2 que me acompanhou nesse tempo todo não parece ter sido tão grave (ou sim :P), foi apenas uma atualização de bios fracassada. A placa “morreu”. Falando nisso, não recomendo o uso do @BIOS da Gigabyte – um atualizador do BIOS que roda no Windows. Eu fui atualizar de boa sem nada pra fazer, estava tudo funcionando… Deveria funcionar, né?! Pois é, fui mexer com quem estava quieto… O processo foi concluído aparentemente com sucesso, mas ao reiniciar não subiu mais sinal de vídeo. O cooler do processador gira um pouco e para, seguidas vezes… Tentei alguns procedimentos “padrões” (e outros nem tão padrões assim) e nada. Encostei a placa. Essa placa tem dual BIOS, mas por algum motivo estranho o segundo não quis funcionar. Ou vai ver foi “atualizado” com defeito junto com o principal… Enfim.

A melhor e mais barata placa mãe para socket Intel 1155

Venho pesquisando há alguns dias. Achei umas no Mercado Livre de “desmontagem” de PCs por cerca de R$ 100. Além de marcas menos populares, elas usam o chipset H61 – o mesmo da minha Gigabyte H61M-DS2. Ele é um chipset mais básico, a maioria das placas que o incluem não vem com USB 3.0, por exemplo. Considerando pouca diferença de preço, decidi pegar uma com USB 3.0. Há algumas das Asus, mas pesquisando mais, cheguei ao que considerei a melhor opção custo x benefício: a placa mãe GA-B75M-D3H, também da Gigabyte.

Comprei pelo Kabum, site onde já comprei várias coisas no passado. Pagando por boleto o “desconto” é bem interessante. Essa placa saiu por R$ 209,90. Em lojas físicas de SP (capital mesmo) dificilmente eu acharia algo nesse valor com o B75. Em várias lojas que fui ver, na pressa mesmo, a maioria das H61 – sem USB 3.0 – saía por quase R$ 300. Não quis ficar procurando muito, e de fato não queria uma H61 mas sim algo superior, então peguei no Kabum. Gosto da internet para isso, odeio ficar pechinchando.

Entre as opções que considerei estavam as placas:

Asus P8B75-M LX PLUS, R$ 229,90
MSI H77MA-G43, R$ 259,90
Gigabyte GA-B75M-D3H. R$ 209,90

Todos os valores considerando pagamento por boleto no Kabum.

Com a decepção do @BIOS e a raiva que já passei com essa Gigabyte por incompatibilidade de memória (veja meu desabafo antigo sobre a H61M-DS2), eu considerei seriamente levar essa da Asus ou MSI, mesmo pagando um pouco mais. Mas em recursos, a Gigabyte me chamou mais a atenção no momento.

A da MSI usa o H77, não B75. O diferencial na escolha foi o conjunto todo: a GA-B75M-D3H tem 3 saídas de vídeo onboard: DVI, D-Sub e HDMI. Todas as placas têm USB 3.0, mas só essa da Gigabyte tem HDMI – e ainda é a mais barata.

gigabyte GA-B75M-D3H

Essa da Asus suporta até 16 GB de RAM, enquanto que a da Gigabyte e da MSI suportam até 32 GB. Por R$ 200, não parece ter outra melhor do que a da Giga.

Em termos de qualidade e durabilidade, nada a reclamar da Gigabyte. Tenho grande admiração pela qualidade dela, incluindo o uso de capacitores sólidos, algo que é moda ultimamente – exceto em produtos de baixíssimo custo, como algumas das integradas que vi à venda no ML produtos de desmontagem de PCs.

Fica a dica então: Gigabyte GA-B75M-D3H, placa mãe barata com USB 3.0 e HDMI por praticamente R$ 210.

Eu tenho uma GTX 460, que também tem HDMI. Mas é bom ter direto na placa mãe, além de facilitar a reutilização em outro PC depois ou até mesmo o uso de vários monitores. USB 3.0 e HDMI “agregam valor” ao produto :P

E um processador barato 1155?

Eu gosto de ver reviews antes de comprar as coisas. Nisso fiquei com o Celeron G1610. Realmente fiquei surpreso com o desempenho. Ele é um dual core de 2,6 GHz. Dá conta do recado para praticamente tudo, incluindo jogos se você tiver uma placa de vídeo dedicada.

Devido o pouco cache (2 MB) e algumas características desativadas típicas dos processadores mais baratos da Intel, ele pode ser considerado ruim para tarefas que exigem alto poder de processamento, como uso de várias máquinas virtuais, edição e conversão rotineira de vídeos, etc. Para uso comum e a maioria dos jogos dá e sobra.

Recentemente me desfiz do meu Core i3 2100, vendi para um tio. Não queria pegar outro Core i3/5/7 só por causa de um jogo – o OMSI, simulador de ônibus indie, que tem um péssimo desempenho e precisa de um processador potente. Por um tempo vou tentar ver até onde esse G1610 aguenta.

Esse Celeron G1610 sai por R$ 102,77 no Kabum, mas paguei um pouco mais pessoalmente numa loja na Santa Efigênia porque não quis esperar – se soubesse que a atualização do BIOS iria zuar tudo, compraria tanto o processador como a placa no Kabum logo… Lembrando que foi desnecessária, fiz por fazer, estava tudo funcionando.

Há alguns modelos de Pentium um pouco acima dele, mas na prática não parece valer o dobro do preço que cobram. Vendo reviews em sites gringos o G1610 me pareceu um bom negócio, e de fato surpreendeu. Para que pagar o dobro por um Pentium que também será cápado e oferecerá ganhos de menos de 15, 20% de desempenho? A maioria das pessoas não vai perceber esse ganho. Pelo dobro do preço não compensa, se for o caso coloque um pouco a mais e pegue um i3 logo.

Para meu perfil de uso não tenho as manhas de pegar um i7, ele ficaria ocioso boa parte do tempo. Considero pegar um i5 ou i7 para jogar OMSI, mas vejo amigos que têm i7 e reclamam do desempenho, não conseguem rodar no máximo porque o simulador foi realmente muito mal feito e mal otimizado… Fico no aguardo da atualização do OMSI 2, mas sem muitas esperanças, é um simulador amador. É muito importante para mim, claro que é, mas não ao ponto de pegar um processador de R$ 1000 só por causa desse jogo, sendo que um processador de R$ 100 atende a TODAS AS MINHAS OUTRAS NECESSIDADES.

Enfim, a combinação GA-B75M-D3H + Celeron G1610 é perfeita para um computador de baixo custo com USB 3.0 e HDMI. Se você quer algo mais barato, pegue uma placa com o chipset H61 (a própria H61M-DS2 é muito boa, achando alguma memória que funcione nela). Sobre memória DDR3 eu não saberia recomendar. Curti a Radeon (AMD), mas agora está difícil achar dela. Acredito que qualquer uma que funcionar com a placa já estará de bom tamanho para esse tipo de configuração.

Processador Celeron é bom mesmo?

Dependendo das suas necessidades, conforme comentei, sim! Não se trata dos Celerons de 1990 nem de 5 anos atrás, mas de modelos novos, da mesma linhagem dos Core i3/5/7. Basicamente a Intel pega modelos mais baratos removendo recursos… E lança como Celeron e Pentium, usando marcas clássicas. Em ordem de maior desempenho (e custo), geralmente fica: Core i7, Core i5, Core i3, Pentium e Celeron. No caso dos sockets 1155 (ou outros, considerando o mesmo número) dá para fazer upgrade de processador depois, aproveitando todo o restante. Se o G1610 se mostrar ruim com o tempo, vou deixar ele num PC menos importante e pegar um i5, pelo menos dá uma folga para o OMSI.

Humble Origin Bundle: pacotão de jogos da EA por uma merreca!

Quer vários jogos originais da EA pagando o quanto quiser?! Ela está participando do The Humble Bundle, uma ação conjunta que vende um pacote de jogos pelo preço que você estiver afim de pagar… E o dinheiro é destinado a instituições de caridade.

Não é toda hora que você pode comprar um Battlefield 3 ou The Sims 3 por menos de 15 reais, não é mesmo?!

Além destes dois grandes títulos estão Dead Space, Burnout Paradise: The Ultimate Box, Crysis 2 Maximum Edition, Mirror’s Edge, Dead Space 3 e Medal of Honor.

Você pode levar quase todos pagando qualquer coisa a partir de um dólar (isso mesmo!).

Para levar o Battlefield 3 e The Sims 3 é necessário pagar mais do que o valor médio pago pela galera, o que atualmente está em US$ 4,71. Merreca.

Vídeo de apresentação dos jogos que o pacote inclui

A entrega dos jogos é digital, ou seja, via download. O Humble Origin Bundle oferecerá chaves de ativação dos jogos para você fazer a liberação depois no Origin ou Steam (alguns jogos estão disponíveis via Steam, outros só pela Origin mesmo).

Aproveite!!! A promoção com esse pacotão de jogos pelo preço que você quiser vai só até o dia 28 de agosto.

the humble origin bundle

É bem raro ver promoções do tipo com jogos de empresas grandes como a EA. Geralmente são feitas parcerias com empresas menores ou desenvolvedores independentes.

Fica a dica, corra =)

Se você fosse comprar todos os jogos pelos seus preços normais a conta ficaria em cerca de US$ 215 dólares. É uma promoção e tanto!

Como comprar?

Para comprar, acesse:

https://www.humblebundle.com

Clique em Purchase, digite quanto quer pagar… (para colocar um valor personalizado, clique em “Custom Amount”… aprenda inglês :P). Dá para pagar com cartão internacional ou via Paypal… As chaves de ativação dos jogos serão enviadas por e-mail (certifique-se de ter digitado o e-mail corretamente!).

Penso em abandonar o Windows Phone por causa disso, e só disso

por Marcos Elias

Tudo bem que tive que restaurar o sistema ao estado de fábrica logo depois de ligá-lo pela primeira vez quando tirei o Lumia 620 da caixa… Tudo bem que o sistema irresponsável e amador nem serve para me avisar que preciso formatar o cartão de memória tirado de outro aparelho antes de usá-lo, mesmo vendo que ele grava fotos e vídeos nele e lê os dados corretamente, só dá encrenca ao passar para o PC… Tudo bem ter perdido quatro horas tentando comprar um app na loja, recebendo repetidamente o erro c101a7d1

Eu perdoo tudo isso, porque foram coisas que já consegui resolver/contornar. Mas pô, Windows Phone! A experiência de reprodução de vídeos no navegador é bem ruim, pra não dizer péssima. E isso, e apenas isso, está me fazendo considerar a possibilidade de abandonar o sistema e voltar ao Android ou iOS em menos de três meses com o Windows Phone 8.

A reprodução de vídeos no Windows Phone 8 é [censurado]

Minhas queixas graves sobre o Windows Phone 8 no Nokia Lumia 620:

  • Não salva a posição do vídeo ao alternar entre outros apps, mesmo leves (SMS, ligações, etc). Isso é complicado demais, pois com frequencia vejo vídeos grandes e paro algumas vezes no meio pra responder SMS… No Windows Phone não posso. Sem contar as vezes em que esbarro sem querer nos botões capacitivos (voltar/Iniciar/busca).
  • O controle de vídeo é um lixo, avança/retrocede vários segundos, sem deixar posicionar o ponto com precisão. Avançar em vídeos longos é bem demorado e irritante.
  • Falha frequente durante a reprodução: “erro de rede”. Tenho que voltar, muitas vezes atualizar a página e reiniciar a reprodução.

Junte os três pontos acima num só, já que estão relacionados…

windows phone erro de rede reproduzir videos

Esse terceiro item ocorre com frequência. Não faço ideia do que é. Preciso voltar e continuar vendo… Depende da sorte: algumas vezes ocorre novamente no mesmo vídeo, algumas vezes ocorre direto (a vontade de tacar o telefone no chão é imensa!), mas em alguns dias fica sem acontecer nenhuma vez. Bom, no iOS e Android nunca tive isso, usando a mesma rede Wi-Fi com conexão de 10 Mbps, no mesmo lugar (minha cama).

Menos de 3 meses?! Adeus, Windows Phone, será?!

Enfim, minha primeira experiência com o Windows Phone pode ter sido a última. E para piorar é o 8. Se fosse o 7.x eu até entenderia, era um sistema “novato” e tal.

Com base nisso, saudades do Android, mesmo com todos os seus problemas. Antes um sistema desatualizado com vírus na loja oficial que não me dá dor de cabeça ao assistir vídeos… Do que isso.

Não sei se esses problemas são específicos do meu Lumia 620, ou talvez por ele ter 512 MB de RAM (para quem reclamava da fragmentação da concorrência, né Microsoft, parabéns!)…

Alguma solução para o problema com o vídeo?! Se não encontrar, adeus, vou me desfazer da plataforma. É uma pena, pois gostei de muita coisa, gostei da interface diferente, dos live tiles, da alta capacidade de resposta do sistema, da velocidade do navegador (não que ele não tenha defeitos irritantes, ele tem…).

Como resolvi o erro c101a7d1 no Windows Phone

por Marcos Elias

Agora um pouco mais calmo e relaxado (ufa!), decidi fazer esse post para relatar como me livrei do erro c101a7d1 no Windows Phone.

Como sabem, larguei o Android e vim testar o Windows Phone no Lumia 620. Apesar de ter gostado MUITO do sistema, algumas coisas me incomodaram e as primeiras experiências decepcionaram um pouco. Tive uma série de problemas que eu não imaginava ter em um sistema desse porte, que quer concorrer com os já bem estabelecidos Android e iOS.

Esses dias fui comprar o HDR Photo Camera, um excelente app para tirar fotos HDR no WP, mas… Ele nunca que era baixado, ficava dando esse maldito erro c101a7d1:

erro c101a7d1 windows phone

Cansado e muito irritado, não encontrei ajuda procurando no Google. O problema é recorrente para muitos usuários: depois de baixar um demo de um app e tentar comprar a versão completa, o download pode ser interrompido e dar esse erro.

Como resolvi o erro c101a7d1

Por mais de 3 horas tentando baixar o aplicativo pelo celular e nada… Decidi entrar pelo site no computador (windowsphone.com mesmo). Lá há um campo de login. Entrei com o mesmo e-mail e senha cadastrado no telefone e tive acesso ao histórico de compras (fica no menu do topo à direita, atualmente):

winphone

Clicando em Reinstalar, deu certo: o app foi transferido para o telefone.

Tente isso. Se não der, tente desinstalar primeiro o app no celular e depois tente novamente pelo site. Para desinstalar, toque e segure no nome do app na lista de programas; irá aparecer um menu com a opção para desinstalação.

Infelizmente muita gente ficou perdida, e não fiquei satisfeito: em nenhum momento me foi sugerido que poderia comandar a reinstalação do app pelo site da web, em vez de controlar o processo pelo próprio aparelho.

Não sei do que se trata esse erro, nem se isso resolveria para todo mundo, mas enfim: deu certo aqui. Só que perdi o prazer de fazer o review do HDR Photo Camera e de outros apps similares depois desse dia (afinal havia acabado de comprá-lo ansioso, já com uns objetos posicionados para testar o HDR com áreas claras e escuras na mesma cena…). Fica para outra hora.

Cada dia que passa o WP me decepciona mais um pouco. É uma pena, pois em geral gostei da proposta da interface dele, que é bem diferente do iOS e Android e tal…

E aí, Marcos? Cadê os posts novos?!

Pois é, cadê?! =/

Este ano de 2013 não tem sido nada fácil para mim. De fevereiro a maio, junho, julho… Venho passando por uma enxurrada de problemas pessoais dos mais diversos, tudo junto. Isso me afastou de vários projetos online. Sei que é chato, mas o Explorando é de um cara só – eu – então acabou ficando com poucas atualizações.

Não é meu primeiro “sumiço” do site e provavelmente nem será o último. O Explorando é um projeto meio “pessoal”, apesar de ajudar nos rendimentos. Eu não recebo um valor fixo mensal para escrever aqui. É muito variável. Escrevo porque gosto, e nos últimos anos têm caído… O que me fez me dedicar a outras coisas. A web parece outra, há centenas de blogs lixos, os algoritmos do Google mudaram bastante nos últimos anos… Ganhar dinheiro com sites não é a mesma coisa de uns 4 anos atrás, e para blogs de dicas/tutoriais mantidos por uma pessoa só a coisa realmente complicou. Pelo que vejo com outros contatos blogueiros, realmente a situação tá feia.

Mas a base do problema não é isso. Foram meus problemas pessoais mesmo. Não tive como me manter atualizado nem me dedicar a explorar outros mercados. Não convém detalhar tudo, mas há basicamente três áreas afetadas – problemas em casa, problemas a nível emocional/familiar e problemas de serviços/trabalho. Todos juntos. Minha cabeça está um caos.

Esgotamento criativo. Vontade de sumir. Alguns sintomas de depressão envolvidos, é verdade.

Paralelamente outro site onde escrevo também anda às moscas. O GdH. O site veio perdendo colaboradores e ficou meio largadão depois de algumas coisas. O Morimoto simplesmente sumiu do site, o Julio (que escrevia notícias comigo) saiu… Acabou que fiquei apenas eu escrevendo regularmente na seção de notícias.

Só que andei “faltando” muito pelos mesmos motivos que sumi do Explorando: problemas pessoais. Não posso detalhar por envolver temas bem chatos e realmente pessoais, mas enfim, chega uma hora que não dá. Não tive tempo nem cabeça para sentar e escrever. Eu simplesmenten não queria ver mais o computador na frente. Ou notebook, tablet, smartphone, seja lá o que for.

O futuro do GdH é meio incerto, há propostas de mudança radical da linha editorial mas ainda nada tão concreto. Com o estilo de antigamente simplesmente o site não se mantém. E não é o único: o H Online fechou por não ser mais sustentável. O Guia do PC enfrenta dificuldades também…

A situação está bem feia. E meu lado pessoal ainda não está nada fácil. Venho preparando um apelo para encontrar meus irmãos que não vejo há mais de 10 anos, separados de mim quando ainda eram crianças… Meu emocional está muito bipolar e abalado. Não posso estabelecer uma linha e me manter fixo nela sem garantias de estabilidade. A situação financeira piorou, como consequencia do meu “sumiço” da web. Parte dos problemas vêm de 2012.

Enfim…

O Explorando não tem tantas atualizações por causa disso. Não tenho cabeça ultimamente. E no tempo que tenho, não vêm ideias boas. Decepções, desmotivações, esgotamento da criatividade…

Sei que é muito chato deixar um post desse tipo no site, mas me sinto na obrigação de esclarecer os leitores.

O site não morreu, eu ainda vou escrever coisas para cá. Mas não posso prometer como, nem quando.

Penso em diversificar o conteúdo e focar em algo mais pessoal, mais informal. Mas não há nada garantido.

É isso, desculpe se tiver decepcionado, mas minha situação não é das melhores :(

Se você tiver alguma ideia de como eu poderia melhorar o site e me reanimar, e/ou oferta de alguma proposta de parceria comercial, entre em contato (marcos <@> viamep.com).

Não desisto fácil: mais uma chance ao Ubuntu

por Marcos Elias

“Dessa vez vai ser diferente, amor, prometo”. Aí dou chance e só me decepciono… PQP. Cansei, sempre a mesma coisa. Pô, Ubuntu!

E depois de tantas decepções, lá vou eu dar mais uma chance ao Ubuntu, a distro Linux aparentemente mais popular nos desktops – e que em breve estará nos smartphones, tablets, geladeiras, etc.

Tentarei usar só o Ubuntu por algumas semanas. Com seu ambiente de trabalho padrão, o Unity.

Nessa semana tive problemas graves com o Ubuntu. Não sei como resolver, não testei tudo o que pude, mas decidi enfiar a cara e me esforçar, mantendo o Ubuntu num HD só pra ele – eu sempre tive problemas ao usá-lo em HDs cheios de partições com Windows e dados.

A cada lançamento do Ubuntu eu penso: “ôba, melhorou, agora será diferente!”. Mas na prática não fico muito tempo sem começar a xingar. Fico irritado facilmente com alguns problemas “crônicos” do Linux no desktop.

Unity: uma relação de amor e ódio

Eu gostei de ver o Ubuntu com uma interface própria. Se as primeiras versões eram apenas um remaster do Debian com GNOME por padrão e umas frescurinhas a mais, as versões dos últimos anos deram uma identidade própria ao Ubuntu.

Na minha análise/review do Unity no Ubuntu 11.04 (de abril de 2011) ficou bem claro que gostei das mudanças, apesar de não concordar com tudo. O Ubuntu se diferenciou das outras infinitas distros e fez algo próprio, palmas!

A minha maior queixa que prevalece até hoje se refere à posição do “dock”, “lançador”, “barra de tarefas” ou o que quer que seja aquele painel no lado esquerdo. Eu gostaria de ter a possibilidade de mudá-lo de lugar, especialmente para a parte inferior da tela. Tive minha iniciação no mundo da computação usando Windows 98. A barra inferior parece mais “natural”. Mas a ditadura da Canonical não permite isso. Há docks e outros apps, mas em geral eles não oferecem uma experiência nativa – é complicado arrastar arquivos para as janelas nos docks que testei, apesar de ter testado faz tempo, confesso; preciso ver como andam projetos como o Docky.

Sobre o menu unificado e botões da barra das janelas à esquerda, beleza: já usei por um tempo e gostei do OS X. Todavia, se quiser, veja como colocar os botões das janelas ao lado direito no Ubuntu. É fácil. Nada intuitivo, mas fácil.

Amo e odeio Linux ao mesmo tempo

Amo Linux pela liberdade, por ser algo completamente diferente do mundo dos softwares proprietários. Ainda que a vida sem eles não seja tão fácil, ainda que nem todos eles sejam tão ruins assim, eu curto a ideia da liberdade. Um sistema que, uma vez instalado, pode ser usado para qualquer propósito, sem se preocupar com as ideologias dos seus fundadores – diferente do Windows ou OS X, com seus restritivos termos de licenciamento. A “gratuidade” e flexibilização na hora de compartilhar o código e os projetos também me animam. Software livre é um software para todos, sem restrições, sem frescuras teóricas (ainda que alguns grupos tentem ir no caminho contrário ou misto, como o Android ou a barra do Unity fixa no lado esquerdo, sem possibilidade oficial de mudança de lugar).

Enfim, eu falo mal de Linux porque uso, porque sei do que estou falado. Tudo bem que possa ter solução, mas o que importa é que “out of the box” o sistema deixa muito a desejar ainda, decepciona, literalmente afasta muita gente acostumada com Windows ou OS X. Eu não gostaria que fosse assim.

Admiro Linux, e gosto de divulgar a plataforma a novos interessados, ainda que com certa cautela. Veja meu texto O que é Linux? Apresentação para Iniciantes.

É alguma zica que tenho, sei lá. Minha relação com o pinguim é muito bipolar. Ao mesmo tempo que curto, não consigo usar por muito tempo sem pensar em voltar para o Windows ou Mac. Tive dezenas de problemas com o Ubuntu 12.10, que me motivaram a escrever o desabafo Linux nos desktops? HAHAHAHA.

Já experimentei muitas outras distros, com destaque para o Mint Debian. Gosto do Cinnamon. Mas para uso e recomendação geral eu gostaria de poder conseguir usar o Ubuntu.

Por que quero dar uma chance ao Ubuntu?

Porque é a distro que tem maior potencial de crescimento e patrocínio. É a distro mais próxima da realidade para usuários leigos em computação, que usam Windows ou OS X e não querem se preocupar em como funcionam os pacotes, configurações, etc: querem apenas algo que funcione. Não que o Mint ou outras distros não entreguem isso, mas enfim, o Ubuntu é uma das mais tops nesse sentido.

Quero Ubuntu pela aparente garantia de suporte. Software para Linux quase sempre é testado no Ubuntu, deixando as outras distros para depois – caso do Steam, por exemplo. Ter um sistema mais popular favorece essa “estabilização”. É mais fácil encontrar apps de terceiros que rodem “out of the box” no Ubuntu do que num Zé Linux da vida. E o Ubuntu não vai acabar de uma hora para outra. Há um explícito comprometimento da Canonical por melhorias.

Coisas que amo no Unity

tela do ubuntu

Apesar de ficar profundamente decepcionado com o lançador que não pode ser movido, gosto MUITO do HUD (teclando Alt…) e do visual translúcido com cor que se adapta ao papel de parede. Curti MUITO isso, é um recurso visual bem lindo e prático.

Ubuntu 13.04: nova chance!

Depois de me decepcionar um pouco com o Windows 8.1 Preview (nada tão grave, mas esperava mais), quis algo diferente. Gosto muito dos Macs e do OS X, mas não curto os rumos recentes que o sistema da maçã vem tomando. Restringindo instalação de apps de fora da loja por padrão, aumentos nos preços… Acho um absurdo ver um lixo de Core i5 com 4 GB de RAM sem GPU dedicada por R$ 2500 (Mac mini), ou um notebook com tela de 11″ por mais de R$ 4k (MacBook Air mais barato). E parece que ficam cada vez mais caros por aqui. Não é só o custo Brasil, impostos e etc: a margem de lucro da Apple que é gigante mesmo. Isso desanima. Gosto muito do OS X, mas… Não faço questão, até porque gosto de usar de tudo um pouco.

Por esses dias precisei usar o Ubuntu 13.04 que estava instalado numa partição aqui, mas tive problemas diversos. A rede parou de fucionar e “sumiu” (= sem internet), o app de configurações não abria, etc. Seria por ter instalado posteriormente os pacotes kubuntu-desktop e lubuntu-desktop? Não sei. Vou tentar nunca mais fazer isso, sempre deu algum confito louco comigo – gosto de instalar eles para ter acesso ao KDE e LXDE no Ubuntu.

Enfim, tentarei ficar por algumas semanas – ou meses – com o Ubuntu 13.04. Se tiver problemas graves, comentarei aqui no site.

Como não consegui resolver os inúmeros bugs na instalação que eu tinha, decidi limpar um HD e instalá-lo novamente nele. Sem outras partições, só uma para o Ubuntu com tudo nela (/, /home, etc).

Estou com os drivers proprietários da Nvidia instalados por padrão (usando a interface do gerenciamento de software mesmo), e aparentemente tudo funciona sem problemas.

Só para resumir a minha configuração: Core i3 2100, 8 GB de RAM (sem swap), HD de 500 GB para o Ubuntu (mais outros HDs maiores com o Windows 8 e dados), Nvidia GTX 460 1 GB.

É isso, o Ubuntu poderá ganhar mais um usuário e evangelista (não gosto desse termo :P fica “entusiasta/divulgador/recrutador”). Ou mais um hater (“odiador”). Só mais um.